Olá a todos!
Muito embora não tenha conseguido cumprir o prazo de 1 mês que impus a mim próprio para concluir a avaliação, aqui fica a pauta final da UC de MAC.
Neste momento acho importante agradecer-vos pela experiência gratificante de aprendizagem e confronto de ideias que foi esta UC.
Se tiverem alguma dúvida ou pretenderem algum esclarecimento adicional relativamente à pauta (ou a outro assunto qualquer) sabem os meus contactos e onde me encontrar :)
Até breve,
LP
Design Thinking parece-me surgir como um conceito que poderá ser poderoso em contexto de educação formal.
Colegas,
Após conversa com o Prof. Luís Pedro, a entrega do trabalho individual ficou agendada para o dia 14 (quarta-feira).
Continuação de bom trabalho.
Como contribuição do nosso grupo fica aqui este vídeo sobre pensamento crítico que julgamos ser uma boa forma de agir e pensar para quem ensina e para quem aprende.
Os princípios defendidos por esta forma de abordagem ajuda-nos na tomada de decisão nos processos de ensino/aprendizagem.
Será que o uso da tecnologia condiciona este tipo de pensamento?
Beneficia ou constrange a independência intelectual e a capacidade de resolver problemas?
Aqui fica uma frase do vídeo para ajudar à reflexão:
- Critical thinking provides each of us with the keys for unlocking our own intellectual independence, leaving us willing and able to explore and solve problems for ourselves.
Tal como combinado, aqui fica o lembrete no sentido de se organizarem para a nossa sessão de discussão a distância na próxima sexta-feira.
No sentido de agilizar, do ponto de vista técnico, as coisas julgo que poderemos usar o skype.
Venho ainda propor que a sessão se realize da parte da manhã e proponho a seguinte escala:
09h30-10h00: Grupo 1
10h00-10h30: Grupo 2
10h30-11h00: Grupo 3
Por favor reajam, em comentário a este post, indicando a vossa concordância/discordância com o horário apresentado.
Continuação de bom trabalho!
Os livros digitais estão a ganhar terreno e a começar a fazer parte do quotidiano de algumas escolas (ver o exemplo do caso de França em que foram distribuídos iPads aos alunos do 6º ano).
Por outro lado é-nos descrita uma outra situação educativa em que é utilizada a biblioteca itinerante designada por Biblioburro.
Em jeito de provocação, e como último post , o grupo 1 partilha com todos, as seguintes questões:
Será que a eficácia da aprendizagem depende da quantidade de tecnologia utilizada/distribuída?
Qual é o papel do professor nestas duas realidades distintas?
Qual a importância da criatividade no processo de ensino aprendizagem?
Cabendo ao nosso grupo (1) uma atenção focalizada no papel do professor/formador e nas mudanças que se operam ao nível cognitivo e da sua função pedagógica, propomos agora uma reflexão sobre a forma como se deve integrar e utilizar a tecnologia em contexto de ensino e aprendizagem. No fundo, convidar-vos a juntarem-se a este “emaranhado” interessante de ideias/problemas que este vídeo suscita, tais como:
- que perfil a adotar perante alunos com necessidades tão diversas?
- como orientar os alunos para aprendizagens significativas ?
Parece-nos que uma das soluções passa pela estratégia do “Project-based learning”, a partir do qual se tenta estimular situações reais/simuladas de contextos de aprendizagem de índole construtiva e colaborativa, intra e inter grupos, colocando o aluno/formando no centro do seu processo de aprendizagem.
Isto levanta a questão da concessão de autonomia e liberdade de ação ao aluno mas, por outro lado, preconiza igualmente um perfil do professor muito diferente daquele que se continua a difundir. Mas como formar/atualizar os professores no sentido de assumirem o papel do ”inovador”, “iluminador”, “motivador”, “facilitador”? Que novas competências a adquirir enquanto professor do século XXI?
Caros colegas,
O grupo 2 reuniu-se e discutiu a questão da parte colaborativa da nossa Wiki e da planificação da ação de formação e chegou às seguintes conclusões:
É preciso decidir qual e a modalidade da ação a ser dinamizada por todos e definir o número de horas para a sua operacionalização.
É necessário que nos reunamos em plenário ou os porta-vozes de cada grupo, para que se decida quais os conteúdos-chave a serem desenvolvidos nos tópicos comuns da Wiki. O nosso grupo já fez algumas propostas, indicadas na página inicial da Wiki.
Enviámos desde já o seguinte mail ao professor:
"Estamos com algumas dúvidas em relação à modalidade e ao número de horas da ação de formação.
Após leitura da legislação e discussão em grupo, achámos por bem limitar a modalidade a uma oficina de formação ou curso de formação, e as horas entre as 25h e as 50h, contudo necessitávamos da sua opinião para estruturar a ação de acordo com a opção tomada."
Bom trabalho,
Anabela Jesus
Paulo Duarte
Regina Canelas
Rui Soares
"A sala de aula interativa seria o ambiente em que o professor interrompe a tradição do falar/ditar, deixando de identificar-se como o contador de histórias, e adota uma postura semelhante a do designer de software interativo. Ele constrói um conjunto de territórios a serem explorados pelos alunos e disponibiliza coautoria e múltiplas conexões, permitindo que o aluno também faça por si mesmo. (...) O aluno, por sua vez, passa de espectador passivo a ator situado num jogo de preferências, de opções, de desejos, de amores, de ódios e de estratégias, podendo ser emissor e receptor no processo de intercompreensão. E a educação pode deixar de ser um produto para se tornar processo de troca de ações que cria conhecimentos e não apenas os reproduz"
(Silva, 2002, in Materiais Didáticos, 2005, p. 60).
Nesta perspetiva, a formação de professores, além do domínio prático das tecnologias, deve orientar-se para a transformação das práticas pedagógicas, de modo a fomentar a criatividade, a colaboração, o espírito crítico e aprendizagens significativas. Como enquadrar nela a prevenção dos riscos e o aproveitamento das potencialidades das tecnologias digitais no desenvolvimento dessas práticas?
Viva!
O último vídeo que o grupo 2 aqui publica para discussão fala de uma temática polémica, no entanto, cada vez mais relevante - plágio. Tal como os alunos entrevistados indicam, a informação ao dispor dos nossos alunos na rede é tanta que se torna difícil resistir à tentação. Outra das razões apontadas pelos alunos para plagiar prende-se com o facto de não terem confiança nas suas próprias capacidades e por ser mais fácil (novamente, a ideia do facilitismo) obter melhores notas desta forma. Um dos alunos relembra que, atualmente, há uma imensidão de fontes de informação e tal facto dificulta todo o processo. Daí, por vezes, o plágio nem sequer é intencional. Da visualização do vídeo surgiu-nos de imediato uma questão: "Que estratégias têm posto em ação para limitar o plágio dos vossos alunos?"
Todavia, a questão mais importante, para o caso, está relacionada com as repercussões do plágio na aprendizagem e nas competências cognitivas dos nossos alunos. Deixamos aqui duas citações dos alunos que nos parecem interessantes:
“The repercussions are really, really harsh; it’s just not worth it.”
“It’s very important to create our thinking, our own paper. If we just copy and paste, we study nothing.”
a_época_de_futebol_acabou_ontem
o_campeonato_acabou_para_o_scp