Os livros digitais estão a ganhar terreno e a começar a fazer parte do quotidiano de algumas escolas (ver o exemplo do caso de França em que foram distribuídos iPads aos alunos do 6º ano).
Por outro lado é-nos descrita uma outra situação educativa em que é utilizada a biblioteca itinerante designada por Biblioburro.
Em jeito de provocação, e como último post , o grupo 1 partilha com todos, as seguintes questões:
Será que a eficácia da aprendizagem depende da quantidade de tecnologia utilizada/distribuída?
Qual é o papel do professor nestas duas realidades distintas?
Qual a importância da criatividade no processo de ensino aprendizagem?
Partilho da opinião de alguns colegas e também considero que a quantidade de tecnologia não condiciona a aprendizagem. Julgo que o que muda é o paradigma de interacção entre o utilizador e o conteúdo. Mudam os formatos (de papel para ecrã) mas a informação mantém-se.
O professor continua a sê-lo tendo em atenção que agora o conhecimento é mais acessível, rápido e também volátil. Independentemente do formato, ao professor continuarão a ser requeridas capacidades de transmissão de conhecimento. Agora, ao professor é cada vez mais requerido competências de mediador da aprendizagem.
Por fim, a criatividade pode transformar o regular em interessante, o procedimental em lúdico e com isso melhorar a aprendizagem. A tecnologia para além de permitir o desenvolvimento da criatividade facilita-a. Também sem ilusões importa ensinar a utilizar a tecnologia senão haverá sempre a questão: brinquedo ou ferramenta?